terça-feira, 8 de novembro de 2016

Hora da sesta no canil...

Foi no verão. De repente, uma vontade de pintar o silêncio, com a cachorrada dormindo...

Aguarela sobre papel Lana 150 gr 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A Lenda do Demónio do Pinhal do Álamo

Watercolor on Fontenay paper, not, 300 gr,  Série LENDAS e NARRATIVAS
Pinhal do Álamo, Arruda dos Vinhos, onde o Diabo aparece sob a forma de um cordeiro branco, no fim de uma dupla fileira de pedras brancas...

domingo, 13 de março de 2016

terça-feira, 29 de setembro de 2015

MAIS LUZ

Em termos de pintura, o efeito de luz é obtido pelo contraste com zonas de sombra ou valores tonais que vão até ao escuro total. Em termos extremos, representar apenas a luz corresponderia a uma folha em branco; e a total ausência de luz seria uma superfície de cor preta. Como sempre, no meio está a virtude: É da conjugação dos valores tonais que resulta o efeito de luz numa pintura.
Nesta cena de praia, as sombras projectadas pelas nuvens conferem maior brilho à parte exposta ao sol.
Aguarela sobre papel Saunders Waterford, rough, 140 Lb
by Helder Frazão Vieira
 (clica em cima da figura para a aumentar)

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Encontro Internacional de Aguarelas de Santa Cruz

Aguarela en plein air.  Pintado com água do mar, the Wesson way, pois também ele (Edward Wesson), ao que se diz, pintava com água do mar.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Pintar ao Ar Livre / Plein Air Painting / Peinture en Plein Air



No fim do dia, as sobras desta fantástica actividade são verdadeiras obras de arte!

As nossas obras de arte.

E para tanto não é necessário um crítico de arte.

Tripla vantagem:

- A vivência: É uma experiência fora do comum e altamente recompensadora, relaxante, terapêutica.

-A independência: Não carece de terceiros para adquirir a natureza, a essência ou o estatuto de arte. É arte porque, simplesmente, nós queremos que o seja! É a nossa recompensa final, em adicional à maravilhosa experiência da sua execução.

- O resultado: É único! Cada pintura é única e sendo feita com a verdade das nossas emoções e sem a preocupação meramente técnica de representar o que se se vê (para isso basta a máquina fotográfica!), é pura arte de que nos podemos orgulhar com a simplicidade de quem beneficiou de um processo criativo executado por si mesmo e à sua medida.

E o mundo nunca mais será o mesmo.

O mundo passa a ser um lugar melhor.

Não porque ele mude.

Mas porque nós mudamos.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

ENCONTRO INTERNACIONAL DE AGUARELA DE SANTA CRUZ 2015




DE 18 A 26 DE JULHO de 2015


Organizado pela Câmara Municipal de Torres Vedras, este encontro constitui uma ação de intercâmbio e divulgação artística e cultural e de intercâmbio turístico que reunirá aguarelistas de vários países e que procura fomentar a produção de obras de arte e valorizar a aguarela enquanto técnica de expressão artística.

Programa

Sab
Dom
18/07
19/07
20/07
21/07
22/07
23/07
Pintar
Sta Cruz
Pintar
Sta Cruz
Pintar
Sta Cruz
Pintar
Sta Cruz


Visita aLisboa
Visita aTorres
Vedras
Demonstrações
Manhã
 e tarde
Demonstrações
Manhã
e tarde
Demonstrações

Demons
trações

Pintura pelas ruas da cidade

Sab
Dom



24/07
25/07
26/07



Pintar
Sta Cruz
Pintar
Sta Cruz
Pintar
Sta Cruz



Demonstrações
Manhã
 e tarde
Demonstrações
Manhã
 e tarde





Informação também disponível em:

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PALETAS DE CORES - PINTURA A ÓLEO

 

 

Um amigo de Brasília pediu-me uma opinião sobre paletas de cores para Plein Air Painting.

Assim, aqui vai a minha opinião.

Uma paleta de cores para uso no exterior ou em plein air deve ser muito pequena (permite melhores resultados, mais homogénios e também uma aprendizagem muito mais rápida).

Um tubo grande de tinta branca, pois é a que mais se utiliza. Há quem goste do branco de titânio (mais opaco e duro) e outros do branco de zinco (menos opaco e mais macio). Pessoalmente, uso uma mistura dos dois e que combina um bom grau de opacidade com a maleabilidade e facilidade de aplicação da tinta (aquilo a que os americanos designam por brushability).

De seguida, uso 2 cores de cada cor primária, uma quente e outra fria, em regra de marcas anglosaxónicas (e por isso vou escrever os nomes originais, em Inglês):

Vermelhos:

     Quente: Cadmium red light

     Frio: Alizarin Crimson

Amarelos:

     Quente: Cadium Yellow Medium

     Frio: Cadium Yellow Lemon

Azuis:

     Quente: Ultramarine Blue

     Frio: Cerulean Blue ou Cobalt Blue

A estas cores acrescento sempre Viridian, que é um verde de base, muito útil para fazer qualquer verde, e por vezes Tansparent Oxid Red, que é um castanho avermelhado que substitui o Burnt Sienna com vantagem, pois o pigmento é químico e mais brilhante.

Numa qualquer pintura em particular posso acrescentar cores avulsamente, mas é mesmo pontual e apenas para cobrir certas necessidades específicas.

Em certas circunstâncias e para certos efeitos mais clássicos, utilizo uma paleta diferente, de cores de terra, como por exemplo Burnt Sienna, Yellow Ochre e Ultramarine Blue (mais o branco, claro). Com esta paleta pode também fazer-se qualquer cor, com a vantagem de manter uma certa unidade na pintura.

Por vezes, uso uma paleta ainda mais limitada e que dá uma aparência mais clássica às pinturas: Branco, Ultramarine Blue, English Red ou Venetian Red e Yellow Ochre, ponto final.

Para preto, apenas utilizo uma mistuta de Ultramarine Blue com Viridian e Burnt Umber, em proporções que permitem alcançar um resultado mais quente ou mais frio, dependendo do que a pintura requer em cada momento.

Raramente diluo as tintas, com exceção do esboço inicial, feito com uma tinta muito diluída com aguarrás.

Se tiver necessidade de utilizar algum tipo de medium, uso Liquin Original, que acelera a secagem e é muito prático.

Espero que esta informação seja útil, meus caros amigos.




 



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